A secretária de Educação de Palmas, Débora Guedes (Podemos), utilizou suas redes sociais na noite desta terça-feira (1º) para se posicionar diante das recentes críticas e movimentações que tentam afetar a normalidade da rede municipal de ensino. Em Brasília para articular recursos para o Centro de Educação Inclusiva, a gestora fez um desabafo e questionou a motivação de um “pequeno grupo” que agora levanta pautas para uma possível paralisação da educação na capital.
Herança de Irregularidades
Débora Guedes destacou que sua gestão herdou sérias irregularidades da administração anterior e que, mesmo diante de dificuldades, tem trabalhado para sanear os problemas e garantir melhorias. “Tenho me mantido calada, sofrendo inúmeros ataques. Só posso garantir que provas não mentem”, afirmou a secretária.
Entre os desafios recebidos, ela cita a presença de contratos ilegais, o desvio de recursos federais destinados à construção de Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e a carência de mais de 600 servidores na rede em 2023. “Pasmem! Em 2024, a educação funcionou até dezembro com uma carência de mais de 600 servidores, número este que não é mais a realidade”, ressaltou.
Questionamento Sobre as Críticas
A secretária ainda questionou por que a insatisfação só se manifesta agora, mesmo diante das dificuldades que já existiam anteriormente. “Ante a tudo isso, nunca houve disposição para qualquer tipo de paralisação, o que será que os cegavam? Somente agora estão vendo as carências? Estamos trabalhando muito para avançar e vamos avançar, tenham certeza disso”, finalizou.
A declaração reforça o compromisso da atual gestão com a transparência e com a continuidade dos avanços na educação municipal, garantindo que as ações sejam conduzidas com responsabilidade e foco no bem-estar dos alunos e profissionais da rede.




